Em publicação recente, o Instituto de Conservação de Animais Silvestres anunciou a retomada das atividades de campo do Projeto Tatu-Canastra após o período de cheias no Pantanal. A iniciativa acompanha de perto o tatu-canastra, espécie considerada a maior entre os tatus e peça-chave para o equilíbrio do ecossistema.
As capturas haviam sido suspensas entre dezembro e abril, período crítico de inundação. Ainda assim, o monitoramento continuou com o uso de armadilhas fotográficas, garantindo o acompanhamento dos indivíduos mesmo durante a pausa em campo.
Com a melhora das condições, a equipe iniciou uma campanha de 10 dias para retomar as capturas controladas, permitindo avaliar a saúde dos animais e coletar dados importantes para a pesquisa.
Discreto e de hábitos noturnos, o tatu-canastra é difícil de ser observado na natureza. Por isso, cada registro e avaliação contribuem diretamente para o avanço do conhecimento e para estratégias de conservação da espécie.






