O Governo de Mato Grosso do Sul intensificou a vacinação contra a chikungunya em aldeias indígenas de Dourados e Itaporã com o apoio dos Vacimóveis, unidades móveis de imunização que passaram a atuar diretamente nos territórios prioritários. A estratégia busca ampliar a cobertura vacinal e facilitar o acesso da população indígena à campanha.
A força-tarefa acontece entre os dias 4 e 8 de maio e integra a mobilização estadual coordenada pela SES (Secretaria de Estado de Saúde). Ao todo, três Vacimóveis foram destinados às frentes de atuação em Dourados, Itaporã e Saúde Indígena, levando equipes de vacinação, estrutura itinerante e suporte logístico às comunidades.
A medida ocorre em meio ao aumento de casos da doença em Mato Grosso do Sul. Dados do boletim epidemiológico apontam que o Estado já registrou mais de 5,3 mil casos prováveis de chikungunya em 2026, com mais de 2,6 mil confirmações.
Segundo o Ministério da Saúde, a reserva indígena de Dourados concentra cerca de 22,5 mil moradores, sendo aproximadamente 10 mil dentro da faixa etária indicada para vacinação. A campanha utiliza a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, aprovada pela Anvisa para pessoas entre 18 e 59 anos com maior risco de exposição à doença.
Para reforçar a estratégia, Mato Grosso do Sul recebeu 46,5 mil doses da vacina contra a chikungunya, destinadas prioritariamente aos municípios de Dourados e Itaporã, considerados áreas críticas para transmissão da doença.
Além da vacinação, as ações incluem orientação à população, monitoramento epidemiológico e reforço no atendimento das unidades de saúde. A expectativa é ampliar rapidamente a cobertura vacinal em regiões consideradas prioritárias pelo avanço da chikungunya.




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